Grandes questões da nutrição: a que burros se deve dar pão-de-ló? Qual a quantidade de pão-de-ló que deve ser dada a cada tipo de burro? Como entendem os burros o problema da diabetes? Para responder a estas questões devem ser observados três princípios.
Princípio nº1: Alimentar um burro só a pão-de-ló é uma burrice do pior porque além de ficar caro causa diabetes e aumenta o colesterol.
Princípio nº2: não dê pão-de-ló nem a burros que se contentam apenas com palha e nem àqueles para quem até a palha é um desperdício.
Princípio nº3: Para avaliar a quantidade de pão-de-ló a dar a cada burro é necessário saber como cada tipo de burro faz a ingestão, a digestão e a absorção da respectiva palha.:
Para BurrosCumuasCasas escolham a palha sequinha porque estes facilmente a digerem já que assimilam apenas a parte útil e, desse modo, expelem sem dificuldades todos os resíduos. Estes sabem apreciar uma boa fatia de pão-de-ló e, talvez por isso, são saudáveis e controlam os seus níveis de glicemia.
Obviamente com seus parentes, BurrosCuneimPortas, há que ter tacto porque engolem tudo quanto é palha, em grandes quantidades, mandando-a directo para canal digestivo o que lhes dá digestões difíceis. Estes burros gastam toda a sua energia a tentar distinguir os nutrientes naquilo tudo que digerem. Comem com tanta sofreguidão que dar-lhes pão de ló é como manteiga em focinho de cão: um desperdício. Sabem lá eles o significado da diabetes, são bestas em estado puro!
Para Outros tantos que nem tal e Outros pior que tal atenção à qualidade da palha a dar porque deglutem tudo sem sequer provar ou cheirar, digerem tudo, até os seus próprios excrementos e absorvem-se porque não distinguem nada daquilo que comem. A questão de dar ou não pão-de-ló nem se coloca.
Nota: ver classificação dos burros no post de Fevereiro sobre Psicologia e motivação.
